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Sobre

Sou um designer que atua nas áreas de animação, motion graphics e web. Sou apaixonado pelo que faço.

Por que animação?

Quando era pequeno sempre criei historinhas engraçadas com personagens próprios. Ao ficar mais velho, vi que eu poderia acrescentar mais dinamismo a essas criações se eu criasse animações... E veja só... Lá se foi eu tentando aprender 3D sozinho...

Consegui aprender muita coisa como autodidata, outras complementei com cursos, e o aprendizado continua a cada dia. O interessante dessa área é que o trabalho uma vez bem feito, fica para sempre.

No meu último trabalho, o curta Pulgas Amestradas, feito para a conclusão do curso de Desenho Industrial com ênfase em Programação Visual no Mackenzie, utilizei todo esse conhecimento adquirido durante todo o périodo acadêmico e pré-acadêmico para fazer todas as partes da animação: Desde a criação do roteiro, animação e rig até a dublagem.

Por que Motion Graphics?

Sempre admirei a questão do movimento, e isso aplicado ao design me fascina. É incrível como uma movimentação simples numa composição bem resolvida pode acrescentar muito na identidade de um projeto. Às vezes, não só à identidade, mas também a todo a dinâmica de um vídeo, filme ou apresentação.

Por que WEB?

Desde os meus 14 anos de idade é que lido com web. Claro que naquela época nada era tão profissional, nem tinha como ser. Mas foi nesse período que aprendi o HTML e dei o ponta-pé inicial na área. Acompanhei durante esse tempo toda a evolução do softwares e é engraçado como os programas atuais evoluíram... Eu lembro que no Flash 3, a primeira versão que utilizei, se faziam círculos com a ferramenta lápis! No Dreamweaver 2, eram diversas paletas espalhadas...

Já dei aulas de HTML para algumas turmas na periferia da cidade São Paulo e passei um pouco do meu conhecimento nessa área para esses alunos. Espero que eu tenha contribuído de alguma maneira na escolha profissional de alguns deles. Foi uma experiência enriquecedora que acrescentou muito em minha vida profissional e pessoal.

No Webdesign existe algo que é inegável, o fato de precisar se atualizar o tempo todo. E foi isso que o que me ajudou a continuar nessa área. Minha personalidade é assim. Sempre busco novas maneiras de criar um bom design, novas tecnologias e métodos mais dinâmicos e práticos.

 

Softwares que costumo utilizar

Windows/MacOS/Linux: Adobe Acrobat Professional, After Effects, Audition, Captivate, Dreamweaver, Director, Fireworks, Flash, Illustrator, InDesign, Photoshop, Premiere, Final Cut Pro, Motion, Color, Soundtrack Pro, GIMP, 3DS Max, Maya, Houdini, Cinema 4d, Blender

 

O que falaram sobre mim

 

Revista Imprensa - Setembro/2009

 

O Elves das telas

Por Fernanda Patrocínio

Camisa verde, calça jeans e sapatos marrons. O rapaz alto e magro se acomoda na cadeira giratória. Nenhuma semelhança com o rei do rock além do nome: "Foi uma homenagem da minha mãe a Elvis Presley, mas com um toque brasileiro".

O webdesigner de 23 anos foi monitor dos laboratórios de redação e usou os conhecimentos de Photoshop para criar o layout do papel de parede utilizado atualmente em todos os computadores da Faculdade Cásper Líbero. Sim, é dele o "Elves Sousa" que aparece nas telas. Não chega a ser uma estrela, mas a fama do estagiário da FCL Net nos corredores da faculdade é inegável.

Paulistano, Elves é filho único e está no sexto semestre da graduação em Desenho Industrial no Mackenzie, faculdade historicamente "rival" da Cásper Líbero. "Claro que já fizeram piada sobre isso; então nem toco no assunto!", confessa, rindo. Ele trabalha na manutenção do site da Fundação.

Sobre o nome internacionalmente famoso, Elves diz que ele é bom para "quebrar o gelo" quando encontra pessoas. "Pedem pra eu cantar um rock", diz.

E continua: "Mas confesso que às vezes cansa. Dá vontade de dizer que Elvis não morreu, mas que a piada já devia ter morrido". Os pedidos de "canja" podem ser atendidos - "Até que sou afinado" - mas se pedirem pra ele fazer uns rodopios, Elves dá um jeito de recusar. "É meio paradoxal ter o nome do rei do rock e não saber dançar, não é?"

Revista Imprensa, artigo "O Elves das Telas", setembro 2009

 

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